Crónicas (5)

Posted: 2010/03/21 in Gentes, Histórias e Curiosidades

Por:  César Lourenço

Frase celebres de Valemaceirenses que ficaram para a história:

“Acho que este ano a procissão deveria ser em oito” Toino Russo, 1987 numa reunião da festa quando toda a gente sabia que a procissão, todos os anos era em oito.

“Palmas pra mim” Zé Vivaldo, 1985 quando entusiasticamente pegou na bandeira para fazer a festa no ano seguinte.

“ Até o granito para os coelhos eles me comeram senhor guarda” Valentim, 1986 quando estava a fazer queixa a um GNR por mais uma época carnavalesca.

“ Ainda vou ver o Vítor Baia a jogar a avançado de centro” Mendes, 1987-1998 todos os anos repetia esta frase.

“Inconscientemente todos temos essa consciência”, Nuno Lourenço 1989

“Não quero saber disso para nada” Menaias, 1989 quando às 5 da manhã vindo do GreenHill ainda meio surdo respondeu a um GNR que andava a investigar o caso do Carnaval desse ano.

“Passarinho “riutiutiu” foi parar ao meu quintal, pôs o pé na batateira fez tremer o batatal” Zé Vitorino, quem nunca ouvia este verso…

“Sim sim irmãozinho” frase dita e redita por um transeunte que certa noite passou em Vale de Maceira de carro de mãos como se nos conhecesse há vários anos.

“Desmonta Avelino que eles andam aí outra vez” frase dita a meio de um treco-lareco por uma das vítimas.

“Fui levar uma carrada de cabrões a S.Martinho” Zé Ferro, 1985 frase proferida após, simpaticamente, nos ter ido levar à praia de propósito.

“Abre Latas” e “Vira Latas” foram frases que ficaram celebres no Campo da Burra quando tínhamos a presença do Fernando Latas em campo.

“Oh Senhor Engenheiro acho que eles já lá foram…” Xico Reco, 1987 frase proferida pelo autor ao telefone ao Sr. Jardim após os elementos da festa desse ano terem cortado todos os cedros sem pedir autorização ao proprietário para enfeitar a festa.

“O padre é paneleiro, vai de saias” Zé Ferro, 1984 durante uma procissão.

“Meia branca sa(c)ana!” Ramboia sempre que eu passava em frente à casa dele para apanhar a “camineta*” das oito.
Qualquer valemaceirense que se preze diz camineta e nunca camioneta e muito menos autocarro. “Camineta da carreira” também cheguei a ouvir à Maria da Galinhas.

“Ó Zé endireita-me o volante” Moi-même 1982 quando choquei de frente contra o Zé Comédias na curva da Ti Maria Rita no Casal dos Cucos. Eu de bicicleta, ele de mota com a cabeça de lado nem me viu…

“Sabes o que é um porquinho da Índia?” O Sandokan repetia esta pergunta vezes sem conta…nunca percebi porquê e ele também não…

“Não te preocupes que é do mais asseadinho que lá tenho” Sandokan, 1990 quando tentava sossegar a namorada de um amigo nosso cliente do “Caraíbas” em Alcobaça.

“Alguém quer beber alguma coisa?” Frase todos os dias repetida pelo Menaias no café até ao dia em que o Xico Reco respondeu: “Só se for um whiskyzinho…”

“Ainda este ano chove” Mário Xabregas

“És Keimante ou Calapeiro?” Manuel Lourenço fazia esta pergunta vezes sem conta ao Cácá (neto do Clemente e claro do referido Keimante”. Achei giro escrever Keimante com K…já Kalapeiro não fica tão bem.

“Queres beber alguma coisa Nuno?” Pergunta feita por Costinha (um homem que trabalhava na Rubetão) ao Nuno Lourenço depois de este lhe ter emprestado 1000 escudos para ele comprar medicamentos.

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