Crónicas (1)

Posted: 2010/03/21 in Gentes, Histórias e Curiosidades

Por:  António Pedreiro (Toino Carlos)

O Banco do “CHICO FEIJÂO” – O Do Jardim estava em frente. Uns anos mais tarde foi o êxito que se viu. Em comum têm as muito participadas, vivas e polémicas assembleias.

O “Adelino Bairrão” – Percursor da Fórmula Finess mais tarde disseminada por todo o Mundo, com sucesso, pelo Jackye Stwart e pela Ford.

O Conjunto “Figueira Padeiro”. Mais uma vez nesta Localidade – antecessores dos 6 Latinos e de outros Tugas – exemplos impares da persistência e da resistência ao ostracismo.

O “Campo da Burra” – primeiro palco de exuberantes futebolistas brasileiros na Europa. O que jogava descalço era um prodígio. Muito bom de bola mas ainda melhor de coração.

A “XUXU”. O “Cinema Paraíso” era aqui. Mas também foi o Estádio do Inglaterra 66 e de Eusébio, uns mais tarde, por muitos eleito, o “Maior Português de Sempre”.

O “Fostininho” – o Bobby Charlton. Nos matraquilhos, o jogo sexual fecundava-o. Os outros, já nessa altura, tinham descoberto o Viagra.

O “Beleza” – O professor. O jogo desconcertante dos aprendizes. Ainda hoje ao serviço do “Mistério da Educação da Sueca”. A reforma, neste mister, cada vez mais tarde.

O “Jaquim Hortaliça” – Hortaliça? Não, os melhores chocos assados do Planeta. Mais tarde houve quem se apropriasse do conceito e o registasse com a marca “Planet Hollywood”. Modernices…

A “Pelola” – Qual padeira de Aljubarrota, iniciou e consolidou, o negócio mais duradouro de sempre em Vale de Maceira. O “Café Central” – a tertúlia da intelectualidade local. De Camões a Sandokam todos o frequentaram. E ainda havia os bailes nas tardes de Domingo. A “namoradinha do amigo meu” era a nossa preferida.

As ”Fogueiras no meio da estrada”. Modelo replicado com grande êxito no Irão, na Palestina, no Eire e noutros locais como expressão de boas vindas aos transeuntes. Faziam-se, geralmente, como sessão de encerramento, de longos e profícuos seminários enológicos.

A “Tasca do Carreira” – A essência do take away. O franguinho era de chupar no dedo!!! Depois o “licks” era a cereja em cima do bolo. O Mick Jagger bebeu aqui… a sua inspiração.

O “Dantes” – a versão capela do Luciano Pavarotti. Inspirador do conhecido festeiro Luís Montez na organização de eventos populares.

A “Forma da vala” – Existe a sério. Se não acreditam…perguntem por ela ao “Malandro”.

Os “Pêssegos, o melão, a melancia e outras frutas da época balnear”. Versão ancestral do self-service. Uns produzem outros apanham e comem. Regra basilar… nunca se estraga nada e agradece-se ao produtor, desejando-lhe boas colheitas para os próximos anos.

A “Festa do Valado”. Desculpa Bertolino pelos excessos. Aquela de vender a camioneta de batatas ao porteiro foi mesmo verdade. Porteiros de todo o mundo uni-vos!

As “Caçadas by night”. Recepção muito animada aos cámones. A interactividade no entretimento começou aqui. Actualmente chamam-lhe “paint ball”… mas não tem tanta graça.

O “Nunca se sabe” – Tu sabias Zé Gordo. “As viagens na nossa terra” são uma invenção tua.

O “Verdadeiro José Rodrigues dos Santos” o pivot da vida boa. O Codex  “repita lá isso outra vez, por favor!” .

A “Bandeja do Mendes” – Isto es….esttt…está muit..muit…muuuiiit…muito mau! Mas muitos clientes também não é nada bom!

O padre de Alfeizerão – Quem?

O padre de Alfeizerão – O quê? Pegar no baldaquino? Huummm… Dá muito varejo.

A “Festa de Vale de Maceira” – Fatiota nova, incluindo meiinha branca de turco, os foguetes, o Valentim, as rifas em branco…mas “Os bailes da vida” não eram aqui. Todo o artista tem de ir onde o povo está. Milton Nascimento dix it. Este Nascimento é o brasileiro, não é o Faustino Nascimento. Este último é o juiz.

O “Tabuleiro das fogaças” – A exploração do trabalho infantil passou por aqui. Bom, também nos vingávamos, desbastando a decoração e outras iguarias. Ficámos quites…Não se fala mais nisso e pronto!

Os “Solteiros vs casados”. O caso apito dourado começou aqui. Ninguém escolhia o árbitro, apenas debatíamos, civilizadamente o assunto e chegava-se a um consenso, para bem do futebol e do espectáculo. Catarina? Não… não me lembro de nenhuma

A “Constituição das equipas”. Não tenho, nem nunca tive nada a ver com isso. Ainda hoje, nunca percebi o critério daquelas convocatórias.

O “Fazer das equipas”. Ah! A nossa terra é muito bonita, tem uma escola, um agueiro…ah é verdade e o padre de Alfeizer….

O “Barulho do motor”. Como eram grandes as tormentas e os cabos que se tinham de dobrar para chegar a bom porto. “Hasta la victoria siempre” comandante!!!

A “troca das carroças” – Versão carnavalesca e arcaica do “car-jacking”. O alfaiate dava luta. O do Panamá só apareceria uns anos mais tarde.

O “Caiar dos vidros” – Inspirávamo-nos na Bíblia ou éramos mesmo Cromanhons?

O “Eu calo-me”. Decisão muito sábia. A alternativa era apanhar com o Chouriças, a dissertar, toda a noite.

O “Lubrificar das tramelas”. Mas com merda pá? Esta é mesmo um orgulho da nossa mocidade. Essencial no Curriculum de alguém que se preze. Ninguém chega a Opus ou a Maçon, sem uma destas no CV. Ai Jesus, Nossa Senhora… Valha-nos Deus!!!

O “GRDVM” – Recentemente transformado em SAD (Sem Ambição de Desenvolvimento). Prepara a entrada em Bolsa. Suscita o interesse de investidores Chineses – não especificados por que são muitos. O Comentador Joe Berardo já prepara uma OPA hostil.

O Chico Xabregas. Hoje seria ministeriável num governo de contenção. Reduzia projectos para poupar custos. Também havia o Joaquim, que era mestre-de-obras, anterior à dinastia J. Pimenta. E ainda há o Mário. Mas este não é o Lino.

O “ Meia-Manga ou Toino Lopes” – Sportinguista ferrenho. Fez a “barba e cabelo” a quase todos. Hoje seria um fashion hair dresser fazendo corar de inveja o barbeiro do Abel Xavier.

O “Fernando Franco” – Concorrente do Toino Lopes. Mas também tinha uma junta de bois. Hoje estaria mais na linha do corte do Ronaldo.

O “Remedeiro” – Outrora campo de treino em camuflagem das tropas de elite “Os cabeças no ar”. Usava-se o “visgo” (será que isto se escreve assim?) e outras técnicas sofisticadas para abater UFO’s (para mim eram todos, ainda hoje não sei nada de pássaros). Hoje é uma espécie de Segunda Circular. A seita tem um radar.

A “Barroca da Moira” – Especial do Lisboa/Dakar. As dunas, são como camas, sabe-se hoje. O Catorze e o Triumph Spitfire eram batíveis …. Batiam várias vezes ao dia. Davam sete de avanço, por fora, mais a prima.

A “ V5”. Espécie de Kawasaki Ninja. Só que era vermelha e ninguém a apanhava. O Zé Rosa tinha uma.

A “Famel Zundap” Espécie de Honda. Havia várias. A do Américo fazia as curvas de Alcobaça a “cagar folhelho”.

A “Verdadeira Honda”. Só o Evaristo é que tinha. O Evaristo tinha mãos para a moto e para os varões, sem punho, dos matraquilhos.

O “Cagar folhelho”. Mais rápido que a sombra na terminologia do Lucky Luck. Indetectável pelos radares na fraseologia do Presidente da Câmara de Lisboa.

Os “Três vinte”. Superiores à barba de milho. Iniciaram muito miúdos, na figueira do Sapata, mas não resistiram ao cow-boy americano.

O “Calhambeque”.O Rei Tony e a sua viola faziam as delicias dos putos. E não há um que aprendeu com ele, e que hoje toca numa Gibson?

O “Clemente”. Tinha uma station azul, mas não me lembro da marca. Também fazia de ambulância. Uma vez levou-me ao otorrino, a Caldas. Estava-me a correr sangue do nariz. Mas o Clemente tinha uma mercearia. Estava certo quanto à station. Hoje o pessoal tem stations, mas não têm mercearias nem me levam ao otorriono.

Os “Embarcadiços”. Eram muitos e bons. Devo-lhes o verbo, os SG Gigantes, o whisky e alguns cruzeiros. Por acaso a darem para o bom. Compravam carros, tipo bombas. Davam boleia. Os mais afoitos emprestavam os Datsuns. Mas quase todos tinham Fiats comprados ao Pio da Autoeste.

A “Autoeste”. O Adérito Amora, convenceu o pessoal que o emblema simbolizava um cisne a alimentar uma cria. Mas a coisa parecia mais uns cornos. Então os mal dizentes, sem ofensa, conheciam-na pela empresa dos cornos, que dava um barril de pinga para a festa. Mesmo assim era lá que todos queriam trabalhar. A primeira foi a Beatrizinha. Exactamente. Era aqui que se compravam os 124’s e 128’s.

A “Camioneta das oito”. Levava-nos a todos para as Caldas. O Tó da Vina era muito meu amigo. Na telefonia tocava o “Spening Wheel”. O David Clayton and Thomas a cantar “what goes up must coming down” e os metais dos “Blood Sweat and Tears” a vibrarem-nos na Alma. Era lindo, muito lindo. Iniciei-me no Jazz e no ateísmo.

A “Soponata”. O El Dorado dos embarcadiços. Transportavam o petróleo do Sr. Gulbenkian e atravessavam o Canal Suez. Também contavam outras estórias.

O “Centro Paroquial de Alfeizerão”. Era do padre. Mas havia miúdas giras, Não é Jim?

Também havia ping-pong e outras minudências.

O “Pão de Ló”. Há dois. A Casa e o distinto advogado, vocalista dos “Alfanges” e vezeiro a lesionar-se no microfone. A Casa tinha um par de negros e uma jukebox. Metíamos 10 tostões o ouvia-se os Credence Clewater Revival. Grande Proud Mary!!!

A “Ponte de Alfeizerão”. Atravessava-se a pé a caminho da missa. Discutia-se como o Fugitivo ir apanhar o Maneta. Demonstravam-se cenas da noite anterior, caíamos, rasgávamos as calças, os joelhos e a auto-estima. Grandes Fitas ao chegar a casa!

Os “Calapeiros”. Os índios do Casal do Pardo. Grandes chefes eram os “Contra Fole”. Mas havia outros. O Mário do BMW, fadista castiço, que nos abria as portas da noite de Óbidos. O Zé Manel bom de bola. Que o diga o Brasileiro.

Os “Coelhos roubados”. Uns tinham um sabor especial. Nenhuns igualavam os do Zé Salvaca.

As “Patuscadas na Vivenda Tonecas”. Cada um dava o que tinha. Limões também serviam.

As “Noites na casa do Zé Fã”. Barry White, Eric Clapton. Wonderful Tonight.

O “Santo Amaro”. Aproveitavam-se os pinhões. As cavacas serviam para ensopar.

A “Espiga”. Apanhava-se na Assunção e de preferência no Vale Paraíso. Cada bicicleta levava dois. Um no selim, outro no sport. Quando este se partia, travar não se podia por ser a descer. Passávamos em frente à casa da D.ª Anita a Catequista. As pessoas que nós conhecíamos…para além do Padre de Alfeizerão.

O “Portugal e o Futuro”. É pois no povo que reside a verdadeira força da nação. … Quem escreveu foi o Spínola. Mas quem citava esta passagem, sempre a propósito, era o Tó.

O “Vinte e cinco de Abril”. Foi bonita a festa pá. Mas a malta por cá liga pouco a política. Os gajos do MFA, com a barba por fazer e o cabelo à Beatles, fizeram umas sessões de sensibilização na Capela, mas a chave desaparecia muito. A coisa só teve o seu advento quando as ladainhas das Tercenas substituíram as das gaivotas que voavam, voavam…

A “Lerpa”. Não confundir com o lorpa, que é outra coisa. Este é o verdadeiro desporto de salão. Dá mais adrenalina que a copa. Coisa de homem. O King já é mais amaricado. Na canasta até fica mal falar. No crapô até o nome é a bichanado. Lerpa é sexy. Até os que perdem ficam… tesos.

Os “caças que se imobilizam em pleno voo para disparar”. Hollywood fez o Blad Runner inspirado nisto. Mas só com helicópteros. O pentágono ainda hoje estuda o assunto. Um jovem, de passagem por Vale de Maceira, impressionado, ouviu e registou na sua mente. Trinta e cinco anos depois, ainda agitado por esta teoria inovadora, engendrou um plano tecnológico, conhecido por o choque. Com este nome parece que nunca acreditou muito na coisa….

O “Menaias” . Um Puro de tiro profundo. Português Suave. No dia em que o rei fez anos, o Zé Cid cantou os vinte anos e uma cabana junto à praia. O Zé Afonso armou uma confusão e nunca se decidiu entre o Zeca ou o José?

O “Petinga”. Grande Broker de vinhos. Os bisnetos dedicam-se mais ao petisco, igualmente com bons resultados.

O “ É do Caraças”. Caso enigmático e único na gramática portuguesa. Adjectivo simultaneamente qualificativo, quantitativo e possessivo. Não se sabe bem quem possue, mas que é importante é. E a coisa é em grande. Anda muito associado a confusão e mistério. É do caraças, pá! Não sei explicar.

O “Influências”. Como era a história dos brincos? Pagou-me a minha primeira “Larangina C”. Deu-me tanto gojo convencê-lo…que me tornei no Crava que sou.

O “Endrominanço”. Burlar, Enganar, ludibriar, intrujar, trapacear…mas com pinta e sem maldade e só quando o outro se põe a jeito. Em qualquer outra parte do mundo é crime, aqui é carinho, estima, consideração, até mesmo uma distinção ser endrominado.

O endrominador é um sedutor, um encantador … de serpentes mansas. Endrominados somos todos.

O “Castro”. Enriquecer não custa. É só vender o que não é nosso. Fácil, não? É só seguir á risca. Obrigado pelo conselho e pelos muitos vinte e cinco tostões. Atenção, isto é muito sério, filosofia profunda. Quem confundir com o endrominanço, não se safa.

O “Fernandes da Comercial” – O Jaimão para os amigos. Ainda me lembro na minha invaginação …. Só uma não dói. Toma e vai-te curar.

A “Praia de São Martinho”. Á boleia ou de camioneta. O Inverno, passava sempre aqui, o Verão.

O “VIM – Vaidade, Inveja, Mesquinhez”. Ópio do povo. Motor da história. Os clássicos também passaram por cá e deixaram a fórmula. Há venda só nas boas drogarias.

O “Maleta”. Pavilhão multiusos. Armazenavam-se batatas e faziam-se os bailes da festa.

A “Festa”. Coisa de pobres. Vive de esmolas. Extinguiu-se com a erradicação da pobreza. Agora vamos À dos outros. Eles trabalham …nós divertimo-nos.

O “Tanganho”. Tipo o Eusébio dos cavalos. Associam-no à Severa. Esta é do tipo Amália mas em 78 rpm. Há de tudo como na farmácia.

O “Pinhal do Goto”. Fronteira Sul. A mais utilizada pelos dissidentes a soldo dos imperialistas. Buscam, geralmente, asilo político nas cervejarias das Caldas e de Lisboa.

“Cuba”. Vale de Maceira geminada nas Caraíbas. Ambas sem perspectivas de desenvolvimento. Também gostamos de salsa. Cultivamo-la no quintal. Vai bem com pataniscas.

O “Caga no Ninho”. Perigoso dissidente refugiado em Alcobaça. Passou a fronteira numa Sachs Minor voadora. Conserva metodicamente os registos, das terras e das casas pátrias.

O “É a f*** my friend”. Os Valemaceireiros da diáspora. Exemplo da integração bem sucedida. Custou mas entrou.

A “selada”. Carta que se envia com uma folha de alface, para pagar o selo da resposta. Para quem não sabe, “folha de alface” era uma nota de 20 Paus. Com frango e batatas fritas também é bom!

O “Barba Torta”. Muito melhor que o Badanight. O “Estrelinha” ofereceu-me croquetes e pastéis de bacalhau na inauguração. O “Joca” nunca me deu nada…

A “Rua da Padaria”. Do Largo ao Pontão. O conceito Shopping Mall nasceu aqui. Sobretudo a parte do “mole”, já que a do shopping nem a padaria produziu massa crítica para fermentar tal coisa.

O “Casal dos Cucos”. Tipo Quinta da Marinha. O “Lili” viveu aqui.

A “Estrada da Moira”. Esta estrada não vai para sítio nenhum. Faz falta onde está.

A “Estrada do Aguiar”. Tipo IC 19. Congestiona com dois utentes. No cimo é melhor que Sintra. Uma das vistas mais deslumbrantes de São Martinho.

A “Estrada da Laburgeira”. Andando. Não tem ambiente nenhum.

O “Palhagal”. Os patos gostavam de o visitar. Pareciam bandos de pardais à solta. Os putos.

O “Gajo tem palheta”. Artista misantropo que dá música nas Assembleias-gerais do Grupo. Bebe muito…da Imaginação (mas também de outras marcas).

O “Jornal do Grupo”. Projecto pioneiro dos Media em Portugal. Inspirou a Media Capital, o Grupo Prisa e o Sr. Dr. Balsemão, SIC. Publicou, de um aprendiz de anarquista, perigoso agitador de Leite com Chocolate Ucal, de longs-drinks e de outros refrescos de palhinha, artigos subversivamente assim-assim.

O “Fado”. Coisa triste, enfadonha e dorida, do tipo exame à próstata. Eis senão quando, o poeta trocou o sexo às vogais e a coisa melhorou e muito. Do Brasil à Ucrânia, grandes talentos tem-se revelado nas casas da especialidade.

O “Tim trelim trabalhar faz calos”. Corrente filosófica fundada por Sócrates, o Filósofo, ao deter-se, para meditação, em Vale de Maceira, numa viagem da Grécia para as Berlengas – Atlântida na Antiguidade. Bom, a história nunca foi o meu forte. Tim Trelim…

O “Tim trelim trabalhar para as Caldas”. Não fazer nem um caralho. É o trabalho com maior procura. Os chineses que os façam se quiserem!

O “Deixem-me rir”. O Gim Palma até parece de Vale de Maceira.

O “Meter o carrão”. Só se mete quando se está à rasca. É o caso. Poderia meter a “dobla” dos duques. Casa de duques é casa rica. Faltavam-me seis Orgulhos, meti o carrão e só faltam cinco. Jogam o dominó? Ou passam?

A “Estação do Comboio”. Não havia…nem há. Mas vai haver a do TGV. Já não tenho o carrão, meto-me no comboio. Todos juntos agora…. Apita o comboio….

O “Vamos-se embora”. “Percebestes”? Dialecto autóctone do tipo Mirandês. É nosso. Como era Angola. Os Pipis dizem “Vamo-nos embora. Percebeste?”. Os mais afectados até poderão dizer “ Vamo-nos embora. Percebeu?” Não.

O “O que será que será?” Os que se anteciparam, partindo. Sentimos a vossa falta. Divertimo-nos muito.

“Desculpem qualquer coisinha” amigos. A gente ri-se muito. A sério.

“Então e não se bebe mais nada”. A coisa está boa. Mas pode ficar ainda melhor. Á Nossa Saúde!!!

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